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Painéis e indicadores
Os números da operação numa tela só, atualizados sozinhos.
Seu processo, seu sistema.
Sistemas web sob medida, desenhados para um processo e não para um mercado. Do levantamento à publicação, sem equipe de TI no meio.
Antes do sistema
O ponto de partida nunca é a ferramenta, é a tarefa repetitiva. Pode estar numa planilha, num caderno, no e-mail, no WhatsApp ou na cabeça de uma pessoa. O que importa é que alguém refaz aquilo toda semana.
Todo mês alguém remonta o mesmo relatório, juntando informação de três lugares diferentes.
O andamento de um pedido só é conhecido por quem está cuidando dele, e se pergunta por mensagem.
Um prazo depende de alguém lembrar. Quando escapa, o custo aparece bem depois.
A mesma informação é digitada duas vezes, em lugares que não conversam entre si.
Conferir um documento é gente lendo linha por linha, do mesmo jeito, toda vez.
Alguém alterou um dado e não há como saber quem foi, quando, nem o que havia antes.
O que desenvolvemos
São as mais pedidas, não um catálogo fechado. O escopo real sai do seu processo.
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Os números da operação numa tela só, atualizados sozinhos.
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Farol de prazo e destaque do que espera uma decisão sua.
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Contrato, aditivo e PDF no mesmo lugar, com leitura automática.
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Etapas, responsáveis, tarefas e cronograma em Gantt.
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Calendário de sessões e busca automática de oportunidades.
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Cada cliente entra com login próprio e vê apenas o que é dele.
Junto com qualquer uma delas: exportação para Excel e CSV, relatórios em PDF, busca e filtros, alertas de prazo, permissão por tela, histórico de alterações e rotina de backup.
O diferencial técnico
Filtrar no navegador falha aberto: basta um erro de lógica ou uma tela nova e o dado escapa. Aqui, a linha de outro cliente não chega a sair do banco.
Um erro na tela deixa o dado escapar. No banco, ele simplesmente não sai.
Quem administra e quem enxerga a carteira inteira são funções distintas.
Autor, data e conteúdo de cada criação, edição ou remoção.
Como o sistema entra
Ninguém precisa trocar de ferramenta nem parar a operação para começar. E não existe servidor de aplicação para manter, atualizar ou pagar.
De onde o dado vier
Planilha na rede, PDF, e-mail, ficha digitalizada, portal público ou outro sistema.
Quem produz o dado trabalha como sempre. Muda o lado de quem consulta e decide.
Excel, CSV ou PDF, com as suas colunas e o seu layout.
Custo de manutenção
Um arquivo publicado, não uma máquina ligada.
Abre no navegador, do celular ao monitor grande.
Entrar mais gente na equipe não muda a mensalidade.
O percurso
Passo 01
Conversa com quem usa: o processo, a rotina e o ponto exato onde o controle trava.
Passo 02
O que automatizar, o que simplificar e o que deixar exatamente como já está.
Passo 03
Telas, banco, permissões, integrações e testes, com você vendo o sistema crescer.
Passo 04
Dado confiável, acesso controlado, histórico preservado e alerta no lugar certo.
Demonstração
Três módulos de exemplo, com pessoas, valores e fornecedores inventados: desempenho da equipe, financeiro e compras. São só exemplos do que um painel pode fazer, e o seu seria desenhado em cima do seu processo. Entre, troque de módulo, mexa nos filtros, clique nas barras e nas linhas, arraste os pesos e troque o perfil de acesso para ver o que cada usuário recebe.
Acesso restrito. Cada usuário enxerga apenas o que o cargo dele permite, e a regra vive no banco de dados, não na tela.
Nomes, valores, datas e fornecedores são fictícios. Num projeto real, as telas, os indicadores e os perfis de acesso são definidos com a sua equipe no levantamento.
Trinta minutos costumam bastar para devolvermos o escopo e o orçamento por escrito.
Próximo passo
Para orçar, precisamos saber
Qual controle está travando hoje, e o que acontece quando ele falha.
Onde o dado vive agora: planilha, papel, e-mail ou outro sistema.
Quantas pessoas vão usar, e quem pode ver e mudar o quê.
Se alguém de fora precisa entrar: cliente, filial, fornecedor ou órgão.
Se existe prazo, auditoria ou data que define quando precisa estar no ar.